quinta-feira, 29 de abril de 2010

Blank Confusion


I'm lost in solved problems
I wanna know what I don't know how to know
cause somewhere, sometimes, somehow, i don't know anything.
you know?

the solution is in a clear view
"fear will always make you blind"

I really don't know what's making sense for me nowadays.
My mind is disturbed, i eat surreal things in my breakfast
Could it be a sing from nowhere telling me nothing?
Well, I think so.

Em meus Sonhos / O capitalismo do amor

Em meus sonhos
escrevo em teu corpo nu
palavras de amor
com sabor
de marshmallow

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Se mais nenhum amor
couber em teu coração
me avise
compro-te um novo

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Risos

Seus risos
Sorrisos
Só risos
[risos]
HAHAHAHA!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Compasso 2/4

" Estudar, estudar, estudar, estudar! "

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Em algum lugar no interior da realidade

No rio das amizades pesquei um grande salmão. Adoro sushi.

domingo, 11 de abril de 2010

Minha Indentidade




A minha identidade não é apenas um documento, para eu me sentir pequeno como uma foto 3x4.

Autoria: Maria Ramiro
Todos os direitos reservados~

terça-feira, 23 de março de 2010



Pousa a mão na minha testa

-Não te doas meu silêncio
Estou cansado de todas as palavras
Não sabes que te amo?
-Pousa a mão na minha testa:
Captarás numa palpitação inefável
O sentido da única palavra essencial
-Amor

(Manoel Bandeira)

Aparição Amorosa

Doce fantasma, por que me visitas
como em outros tempos nossos corpos se visitavam?
Tua transparência roça-me a pela, convida
a refazermos carícias impraticáveis: ninguém nunca
um beijo recebeu de rosto consumido.

Mas insistes, doçura. Ouço-te a voz,
mesma voz, mesmo timbre,
mesmas leves sílabas,
a aquele mesmo longo arquejo
em que te esvaías de prazer,
e nosso final descanso de camurça.

Então, convicto,
ouço teu nome, única parte de ti que não se dissolve
e continua existindo, puro som.
Aperto... o quê? a massa de ar em que te converteste
e beijo, beijo intensamente o nada.

Amado ser destruído, por que voltas
e és tão real assim tão ilusório?
Já nem distingo mais se és sombra
ou sombra sempre foste, e nossa história
invenção de livro soletrado
sob pestanas sonolentas.
Terei um dia conhecido
teu vero corpo como hoje o sei
de enlaçar o vapor como se enlaça
uma idéia platônica no espaço?

O desejo perdura em ti que não és,
querida ausente, a perseguir-me, suave?
Nunca pensei que os mortos
o mesmo ardor tivessem de outros dias
e no-lo transmitissem com chupadas
de fogo aceso e gelo matizados

Tua visita ardente me consola.
Tua visita ardente me desola.
Tua visita, apenas uma esmola

(Carlos Drummond de Andrade)