Eu estava muito feliz hoje, claro que muito feliz superficialmente.
Até que alguem me falou algo, que me fez olhar pra dentro, pra trás, pra mim, e não demorou para as lágrimas começarem a borbulhar.
Como eu faço pra viver onde meus ideais não se encaixam?
Falar que eu sou eu mesma é hipocrisia e negligência já que não posso ser eu mesma.
Mas tudo tem o seu timing e não chegou a hora de me libertar ainda, pois eu não desenvolvi minhas próprias asas.
Quando eu me posicionar, eu não vou me importar com nada nem ninguém, porque serei feliz apenas por ser eu mesma e ser reconhecida assim.
skip to main |
skip to sidebar
tudo e nada, descarrego da mente
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Minha Vida Lisérgica
Era uma vez uma lichia, que se apaixonou pelo mirtilo. Eles tiveram um filho ornitorrico, também conhecido como Ornitonco. Eles eram espontâneos e mudavam de cores. Cagavam marshmallows e nadavam no rio de chocolate. Eles não gostavam de galinhas, porque dá dor nas costas. Seu deus era a Bolha (ela quica na água)! Eles não morriam, porque eles viam seus próprios átomos. E os dias se passaram enquanto eles dançavam Daft Punk nas estrelas ...
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
A decepção ataca de surpresa
Me sinto enganada constantemente
sinto, além da impureza, a falsidade em volta de mim
estou perdida !
estou me sustentando, entretanto não sei quanto tempo as minhas pernas irão aguentar
vejo a podridão e cuspo
com raiva, com asco, com desespero
como eu vim parar aqui?
eu não me lembro de ter andado até este local. Eu pisei em um caminho que eu não enchergo mais, pois ele mudou, as flores secaram e as folhas no chão sumiram, mostrando um solo de estrume e vermes.
Espero que não tenha sujado os meus pés nessa sujeira.
Quando eu sair daqui eu vou saber, pois eu vou conseguir respirar fundo e pensar que o que eu deixei para trás não me faz falta nenhuma.
sinto, além da impureza, a falsidade em volta de mim
estou perdida !
estou me sustentando, entretanto não sei quanto tempo as minhas pernas irão aguentar
vejo a podridão e cuspo
com raiva, com asco, com desespero
como eu vim parar aqui?
eu não me lembro de ter andado até este local. Eu pisei em um caminho que eu não enchergo mais, pois ele mudou, as flores secaram e as folhas no chão sumiram, mostrando um solo de estrume e vermes.
Espero que não tenha sujado os meus pés nessa sujeira.
Quando eu sair daqui eu vou saber, pois eu vou conseguir respirar fundo e pensar que o que eu deixei para trás não me faz falta nenhuma.
Assinar:
Postagens (Atom)